Estudantes da Índia escolhem os Estados Unidos como principal destino educacional

Grande grupo de alunos trajando becas de formatura (© Nicolaus Czarnecki/ZUMAPRESS.com/Alamy Live News)
Syracuse atrai muitos estudantes internacionais a cada ano, incluindo estudantes da Índia (© Nicolaus Czarnecki/ZUMAPRESS.com/Alamy Live News)

Estudantes indianos continuam a escolher os Estados Unidos como seu principal destino para estudar, fortalecendo décadas de laços culturais e educacionais entre a Índia e os EUA.

Os Estados Unidos atraem o maior número de estudantes indianos que estudam no exterior, e os estudantes indianos constituem o segundo maior grupo de estudantes estrangeiros nas faculdades e universidades dos EUA.

Nittika Mehra saiu de Nova Délhi para os Estados Unidos porque seu tio, um ex-aluno da Universidade da Califórnia (Ucla), a incentivou.

Desde 2010, o número de estudantes indianos nos Estados Unidos praticamente dobrou.

— Instituto de Educação Internacional

“Ele disse que foi a melhor experiência de graduação dos EUA” que já teve, diz ela. “Existem tantas oportunidades e cabe a você fazer uso delas.”

Depois de se formar em Comunicação e Psicologia pela Universidade de Syracuse em 2017, Nittika frequentou a Escola de Design Parsons na cidade de Nova York, de 2019 a 2020.

“Qualquer coisa era aceitável na Parsons”, disse ela. “Você é incentivado a ser inovador e a ser você mesmo.”

O relatório Portas Abertas* [PDF, 334 KB] de novembro de 2020, publicado pelo Instituto de Educação Internacional, mostra que, desde 2010, o número de estudantes indianos nos Estados Unidos praticamente dobrou, chegando a 193.124 no ano acadêmico de 2019-2020. O número de estudantes indianos buscando cursos de graduação continua a aumentar a cada ano.

Depois de pesquisar opções e buscar o conselho de um consultor da rede EducationUSA, Aishwarya Kumar deixou Chennai em 2015 para cursar pós-graduação na Universidade Northwestern em Illinois. Ela se formou na Escola Medill de Jornalismo, Mídia e Comunicação Integrada de Marketing.

Aishwarya agora trabalha em Connecticut como repórter na rede esportiva ESPN. Ela diz que as conexões que fez por meio de professores da Northwestern deram início à sua carreira.

Aishwarya também se relacionou com seu grupo de pós-graduação e com a cultura americana de forma mais ampla. “Para mim, foi uma experiência muito positiva e transformadora, porque imediatamente me senti como se tivesse um sentimento de pertencimento pela primeira vez”, diz ela. “Fiz amigos instantaneamente, as pessoas entenderam meu humor, entenderam minhas peculiaridades.”

O conselho de Nittika para os alunos que pensam em estudar nos Estados Unidos é que estejam abertos à experiência. “Não tenham medo de ser vocês mesmos”, diz ela. “Pensem fora dos padrões e saiam da sua zona de conforto. Pode ser assustador no início, mas vocês ficarão felizes por terem feito isso! “

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