EUA ajudam os africanos a proteger suas próprias comunidades

Alguns dos lugares mais perigosos do mundo na África agora têm o auxílio de forças de paz do continente graças à estreita relação entre os EUA e a União Africana (UA).

Hoje, os africanos compõem mais de 70% das forças de paz na África, superior aos 40% de 10 anos atrás.

O secretário de Estado, Rex Tillerson, observou em uma recente reunião com ministros das Relações Exteriores de países africanos que os Estados Unidos estão ajudando mais de 20 países africanos a capacitar, implantar e sustentar as forças de manutenção da paz. Esses esforços ajudaram a treinar mais de 27 mil soldados de manutenção da paz africanos para as missões das Nações Unidas e da União Africana somente em 2017.

Ao longo dos anos, a capacitação financiada pelos EUA ajudou mais africanos a proteger suas próprias comunidades. Os Estados Unidos apoiaram a União Africana — grupo de chefes de Estado de 55 nações africanas — desde o seu início em 2002. Os EUA são o primeiro país não africano com uma missão voltada para a UA. As operações de prevenção e mitigação de conflitos e de manutenção da paz vêm sendo um dos focos mais proeminentes das relações entre os EUA e a UA.

Eis aqui alguns exemplos da parceria dos EUA e da UA em ação:

Pessoas vestidas com traje de segurança amarelo ouvem atentas as instruções de um homem (© Tami Chappell/Reuters)
Um instrutor dos Centros para o Controle e Prevenção de Doenças dos EUA orienta profissionais de saúde em preparação para a resposta a um surto de ebola (© Tami Chappell/Reuters)
  • Somália, onde as forças de paz da União Africana protegem os cidadãos das milícias islâmicas e ajudam a construir o Estado da Somália.
  • Sudão, onde a missão que envolve as Nações Unidas e a União Africana em Darfur trabalhou para levar estabilidade para a região devastada pela guerra.
  • Seis países — Senegal, Gana, Etiópia, Ruanda, Tanzânia e Uganda — receberam capacitação para responder mais rapidamente a crises humanitárias e médicas em todo o continente.

A resposta à epidemia de ebola da África Ocidental também ilustra o trabalho em equipe dos EUA com a UA. Os Centros de Controle de Doenças dos EUA se juntaram à UA para lançar os Centros Africanos de Controle e Prevenção de Doenças em 2015.

Durante um almoço de trabalho com líderes africanos na Assembleia Geral da ONU, o presidente Trump disse: “Os Estados Unidos vão se associar com países e organizações, como a União Africana, que lideram esforços bem-sucedidos para acabar com a violência, prevenir a propagação do terrorismo e responder a crises humanitárias.”