Fogos de artifício iluminam o céu no Dia da Independência dos EUA

Em 4 de julho, para muitas pessoas nos Estados Unidos, a maneira tradicional de encerrar o dia é sentar, olhar para o céu e assistir a uma queima de fogos de artifício — uma exibição artística de luzes, cores e sons que preenche o céu, evocando uma sensação de orgulho patriótico no Dia da Independência dos Estados Unidos.

Fogos de artifício são uma tradição anual, que começou com John Adams — um dos Pais Fundadores e segundo presidente do país. Adams vislumbrou fogos de artifício como parte das comemorações do Dia da Independência. Em uma carta para sua esposa, Abigail, Adams explicou que as festividades deveriam incluir “sinos, fogueiras e iluminações [fogos de artifício] de uma ponta a outra deste Continente, de agora para todo o sempre”.

Adams provavelmente ficaria satisfeito com o fato de os americanos terem seguido seu conselho — e colocado isso em prática.

Nas últimas décadas, a queima de fogos em grandes cidades tem se tornado um evento complexo em que os fogos são acionados eletronicamente e o espetáculo é elaborado por computador.

Julie Heckman, diretora-executiva da Associação Americana de Pirotecnia, afirma que técnicos passam meses criando efeitos dos shows pirotécnicos para se assemelharem a um chuvisco de faíscas, cascatas e crisântemos, e para estarem em harmonia com uma obra musical complexa.

“Os criadores dos sistemas pirotécnicos estão, na verdade, usando o céu como uma tela de pintura e projetando o que desejam com os diferentes tipos de fogos e efeitos a fim de pintar o céu e sincronizá-los com a música”, disse ela.

Mas em cidades menores, os shows pirotécnicos são muitas vezes iluminados como eram na época de Adams — à mão. Novas tecnologias podem ser onerosas, e velhos hábitos custam a desaparecer.

“Pode até ser na própria cidadezinha deles”, disse Julie, “e eles simplesmente adoram fazer isso.”