
No segundo aniversário da Revolução da Dignidade da Ucrânia, os Estados Unidos e a comunidade internacional se uniram ao povo ucraniano para honrar a memória daqueles que sacrificaram suas vidas para construir uma Ucrânia mais justa, democrática e europeia.
Em conversas por telefone* com líderes da Ucrânia, o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, disse que se sente inspirado pelo progresso alcançado pelo país. Biden instou os líderes a se unirem e acelerarem os esforços de reforma, especialmente aqueles que têm como objetivo combater a corrupção, fortalecer a Justiça e o Estado de Direito e cumprir os requisitos financeiros do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Vice President Biden (left) walks with President Petro Poroshenko during a visit to Ukraine in December. (© AP Images)
O porta-voz do Departamento de Estado americano, Mark Toner, postou no Twitter um link de uma declaração expressando solidariedade* aos ucranianos e pediu que os líderes do país respeitem a vontade do povo, que quer ver um progresso de verdade.
We join the ppl of #Ukraine in honoring their Revolution of Dignity & the lives lost building a democratic Ukraine: https://t.co/Ba85FFXkJ3.
— Department of State (@StateDept) February 20, 2016
Tuíte: Nós nos unimos ao povo da #Ucrânia para lembrar a Revolução da Dignidade & as vidas perdidas na luta pela democracia no país: http://go.usa.gov/cpXbV*.
No Twitter e em um post no blog* da Embaixada, Geoffrey Pyatt, o embaixador dos EUA na Ucrânia, incentivou os líderes ucranianos a “colocar o povo da Ucrânia em primeiro lugar” — acima de interesses políticos e pessoais — e mostrar ao mundo que o país não vai andar para trás.
The most fitting memorial to the Heavenly 100 is a Ukraine rid of corruption, cronyism, & kleptocracy. – @GeoffPyatt pic.twitter.com/f8447A5kgL
— U.S. Embassy Kyiv (@USEmbassyKyiv) February 20, 2016
Tiíte: O memorial mais adequado à Centena Celestial é uma Ucrânia livre de corrupção, nepotismo & cleptocracia. – @GeoffPyatt
A representante permanente dos EUA nas Nações Unidas, Samantha Power, compartilhou uma foto de sua visita à Ucrânia em junho de 2015 e disse que a imagem é uma lembrança dos sacrifícios do povo ucraniano por reforma.
Visit to #Maidan last yr was reminder of sacrifice made for reform. Ukr leaders must honor those calls for progress pic.twitter.com/GTLfyGPiey
— Samantha Power (@AmbPower44) February 20, 2016
Tuíte 1: Estou me unindo ao povo da #Ucrânia em homenagem ao 2° aniversário de Maidan & daqueles que morreram pedindo uma chance de traçar o próprio caminho pelo seu país
Tuíte 2: A visita à praça #Maidan no ano passado foi uma lembrança do sacrifício feito por reforma. Líderes ucranianos devem honrar aquele clamor por progresso
Na comunidade internacional, muitos também demostraram apoio à Ucrânia, incluindo o ministro das Relações Exteriores do Canadá e Linas Linkevičius, ministro das Relações Exteriores da Lituânia, que compartilharam uma foto da Praça Europeia, em Kiev, com um coração desenhado com as cores das bandeiras da Ucrânia e Lituânia.
Today I join Ukraine in honoring #Maidan heroes,who 2yrs ago paid ultimate price 4freedom. For our #freedom & yours! pic.twitter.com/YSyU8B3iWR
— Linas Linkevicius (@LinkeviciusL) February 19, 2016
Tuíte: Hoje eu me junto à Ucrânia em homenagem aos heróis de #Maidan, que há dois anos pagaram o preço mais caro pela liberdade. Pela #liberdade nossa e deles!
Today, the world remembers the #HeavenlyHundred. #Canada will not forget sacrifices of #Maidan pic.twitter.com/81AoM5TgbK
— Foreign Policy CAN (@CanadaFP) February 20, 2016
Tuíte: Hoje, o mundo lembra a #CentenaCelestial. O #Canadá não esquecerá os sacrifícios em #Maidan
Em um artigo conjunto, os ministros das Relações Exteriores da Alemanha e da França, Frank-Walter Steinmeier e Jean-Marc Ayrault, respectivamente, lembraram o mundo que a Ucrânia enfrenta “desafios sem precedentes” devido ao fato de a Rússia solapar a soberania ucraniana. Steinmeier e Ayrault observaram que a França, a Alemanha, a União Europeia e muitos outros parceiros internacionais estão dispostos a ajudar a Ucrânia a modernizar o governo, a sociedade e a economia do país. Em retribuição a seu apoio, eles pedem um “compromisso transparente” dos líderes da Ucrânia na continuação da reforma.
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