Recentemente, o representante especial dos EUA para o Irã, Brian Hook, resumiu como países de todo o mundo — do Panamá à Alemanha e até Cingapura — se juntaram aos EUA a fim de privar o regime iraniano de recursos destinados a promover a campanha terrorista global do Irã.

“Nossas sanções estão drenando o apoio do Irã a seus agentes e, pela primeira vez em muito tempo, o Irã tem menos acesso a receita para espalhar o terror e a militância”, disse Hook.

A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), que os Estados Unidos designaram como organização terrorista, controla metade da economia do Irã, disse Hook. Para a IRGC, isso facilita o desvio de fundos* advindos de investimentos domésticos cujo intuito é espalhar o terror no exterior. À medida que as empresas se recusam a realizar negócios com o Irã — levando bilhões de dólares em investimentos — a IRGC perde o dinheiro necessário para planejar o terror em todo o mundo e prolongar conflitos regionais através de seus agentes nos seguintes países: Iêmen, Iraque, Síria e Líbano.

 Ações adotadas pela UE e por países específicos contra o Irã (Departamento de Estado) (Foto: © Majid Asgaripour/Mehr News Agency/AP Images)
(Departamento de Estado)

“Estamos confiantes de que nossa avaliação compartilhada da ameaça do Irã continuará a se traduzir em uma ação ainda mais compartilhada”, disse Hook. “Os Estados Unidos não têm agido sozinhos visando combater o comportamento maligno do Irã”, disse ele**. “Agradecemos a cada uma dessas nações”.

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