Um imperativo dos direitos humanos: acabar com a violência contra a mulher

Ilustração contendo a silhueta da cabeça de uma mulher em vermelho e a impressão da palma de uma mão sobre a boca dessa mulher (© Shutterstock)
سر اور منہ پر ہاتھ رکھے ہوئے ایک عورت کا ہیولا نما خاکہ (© Shutterstock)

Em 25 de novembro, o mundo comemora o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, uma data destinada a aumentar a consciência sobre os danos físicos, psicológicos e emocionais que as mulheres enfrentam em todo o mundo.

O Departamento de Estado dos EUA considera o combate à violência contra a mulher um imperativo dos direitos humanos. A violência ameaça a segurança de mulheres e meninas, e impõe barreiras ao seu potencial de prosperidade ou às suas chances de ocupar papéis de liderança.

O Departamento apoia o Consórcio de Vozes Contra a Violência, uma parceria público-privada que oferece serviços médicos, de subsistência e jurídicos para sobreviventes de violência contra a mulher, especialmente em áreas de conflito.

Gráfico com dados sobre a violência sofrida por mulheres em todo o mundo (Depto. de Estado/Buck Insley)

Muitas vezes, os agressores não são responsabilizados por seus crimes e muitas sobreviventes não recebem o apoio de que precisam para se recuperar totalmente.

A violência contra a mulher antes, durante e depois de situações de conflito apresenta desafios específicos para a construção e a manutenção da paz. É por isso que fomentar a proteção, promover habilidades de liderança e aumentar o acesso a recursos para mulheres estão entre os objetivos da Estratégia dos Estados Unidos para Mulheres, Paz e Segurança*.

A estratégia visa garantir que as mulheres tenham autonomia a fim de contribuir com a sociedade e possuam as habilidades e o apoio para ter sucesso. No início deste ano, o Departamento de Estado divulgou um plano visando implementar a estratégia* e o transformou em uma prioridade do Departamento.

A violência sexual em [regiões de] conflito é evitável*”, afirmaram a Missão dos EUA nas Nações Unidas e o Escritório para Questões Globais da Mulher do Secretário de Estado dos EUA através de uma declaração conjunta. “Apoiamos as sobreviventes enquanto trabalhamos para criar um mundo no qual os crimes cometidos contra elas não existam mais.”

* site em inglês